| Seasons Intro Outside the Cube 2 FMC - Iberian International Trade Boas Festas | ||||||||||||||||||
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Editorial 1 26-Dezembro-2006 |
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O mundo ficou hoje a saber que o tribunal que no Iraque julga os crimes do ex-ditador Saddam Hussein, reconfirmou a anterior sentença de execução por enforcamento até à morte (ao bom e velho jeito árabe). Quem acredita na indepedência de tal Tribunal? Num país ocupado, governado, financiado e totalmente controlado pela maior potência económica e militar mundial! Com certeza que o homem não é nenhum santo, nem tão pouco, um iraquiano comum. Foi um ditador, totalitarista, fundamentalista do poder, que matou, mandou matar e deixou matar, muita gente pacífica e inocente. Por isso deve ser castigado! Mas terá de ser executado? Que superioridade moral representa o Ocidente, patrocinando práticas de justiça bárbaras? Por outro lado a execução do ex-ditador não vai resolver nenhum problema fundamental do presente ou futuro do Iraque, além de que irá criar um mártir para a minoria Sunita, que poderá funcionar como catalizador para a vingança contra a maioria Xiita. Predominante com a total cobertura dos EUA. O mundo ocidental em geral, a Europa e a ONU em particular, têm a obrigação moral, cívica e de responsabilidade pelo desenvolvimento social e ético mundial, de reivindicar imediatamente e por todas as formas admissíveis, a não execução da sentença de morte decretada sobre o ex-ditador, sob pena vermos o clima mundial da paz, piorar ainda mais.
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Editorial 2 26-Dezembro-2006 |
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Alguns dos nossos visitantes têm inquirido sobre a razão de inserir uma página de política (Revista Política) num website dedicado à divulgação e discussão do marketing? Conforme já tivemos oportunidade de desenvolver em artigos específicos já publicados (“O ciclo virtuoso do marketing” e “A Gestão morreu. Viva o Marketing!”), consideramos no marketing-estratégico.com, que o marketing como ciência específica da intersecção das ciências sociais (humanas e empresariais), com as ciências exactas (ou matemáticas), tem desenvolvido até hoje um conjunto de ferramentas de análise e diagnóstico, apoiadas em modelos e “frameworks” de elevado rigor científico – e portanto reproduzível e de aplicação muito para além dos seus campos de acção tradicionais. Neste sentido entendemos que as ferramentas e metodologias do marketing, podem ser aplicadas com sucesso noutras actividade humanas e sociais, como a governação, a gestão de instituições sociais, as práticas políticas ou o exercício da cidadania. Por outro lado entendemos também, que as condições de desenvolvimento económicas e sociais portuguesas se encontram num estádio tal, que tem favorecido uma forte dependência da actividade económica e empresarial do Estado – governos, administração pública e instituições de defesa, saúde e solidariedade social –. Como corolário lógico desta extrema dependência do Estado, o mesmo torna-se detentor de exagerada influência na própria actividade económica e empresarial. Muito para além dos seus papéis de regulação e/ou regulamentação da actividade económica. Nesta óptica o papel do Estado e das suas políticas é determinante para o bom sucesso das práticas do marketing. Compete-nos assim, no âmbito do marketing-estratégico.com, discutir, divulgar e avaliar a actuação política do governo, no sentido de avaliar e discuir o seu impacto fundamental nas actividades e funções do marketing.
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Editorial 25-Novembro-2006 |
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Tem-se vindo a verificar nos últimos tempos um "unanimismo" a todos os títulos "estranho", sobre o espírito reformista do actual governo. Da ultra esquerda à ultra direita, todos os média dão conta da coragem deste governo em afrontar os grandes grupos de interesses. Os professores, a banca? Até posso concordar com o "espírito" reformista, mas não podemos confundi-lo com reformas efectivas, que tardam em ser realizadas. Quanto aos
grupos de interesse, não me pronuncio aqui sobre os professores,
matéria de muita complexidade e impacto no futuro. Mas quanto aos
bancos, gostaria de deixar uma reflexão: Também hoje ficámos a saber que afinal a mera "possibilidade" dos estádios de futebol serem taxados em sede de IMI (Imposto Municipal sobre os Imóveis) vai ficar devidamente arredada do Orçamento de Estado de 2007. Tratam-se efectivamente de estruturas desportivas, públicas, porque construídas com dinheiros do Estado, mas que não servem a sociedade civil. Não vejo os moradores de Benfica a usufruírem do estádio do clube com o mesmo nome, a não ser para o desporto de bancada, a troco de bom dinheiro para o ingresso. Não consigo compreender as razões desta isenção em época de recolha de impostos a todo o custo. É com certeza mais uma grande vitória do futebol, do presidente da liga ou do deputado Hermínio Loureiro? Onde param então as reformas?
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Editorial 23-Novembro-2006 |
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A presente edição do marketing-estratégico.com coincide com o seu aniversário. São já 3 anos de trabalhos (es)forçados, para promover o marketing fora da acepção mais comum e mais reconhecida que é a publicidade. Na verdade o marketing é um mundo muito mais vasto, onde a publicidade ocupa um papel importante, mas que não se esgota aí. Esperamos que ao longo destes 3 anos tenhamos contribuido para a disseminação dessa mensagem: o marketing é uma ciência já com 100 anos, muito mais vasta e importante, que hoje em dia, no mundo globalizado e fortemente concorrencial, desempenha um papel crítico no sucesso e sustentabilidade das empresas. Alguns projectos ficaram pelo caminho. Outros ainda não tiveram a oportunidade de serem lançados, mas estamos convictos também de que outros aparecerão, com igual ou até maior importância. É o caso da antiga secção de "Interesse Geral", que por sugestões recebidas e reconsideração do que vinha sendo o seu conteúdo, foi agora rebaptizada de Revista Política. Esperamos que continue a suscitar o interesse de todos. Aqui fica pois a edição de aniversário. Desejamos que traga bons proveitos aos nossos utilizadores e visitantes. |
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Destaques de Marketing |
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Case
Study de CRM
14-Novembro-2006
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Gestão da
Distribuição e Vendas: O Gray market 14-Novembro-2006
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Investir
antes de gastar ! 14-Novembro-2006
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Destaques da Revista Política |
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O (des)Equilíbrio
da Segurança Social 17-Novembro-2006
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Portugal:
Entre a mediocridade e a excelência
17-Novembro-2006
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